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Jovem quer morar só, mas perto da família

by Lello Imóveis   ·  2 anos ago  
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Eles querem sair das casas dos pais, mas não dos locais onde cresceram. Muitos dos jovens paulistanos que iniciam a vida adulta continuam fiéis aos seus bairros e querem aproveitar os benefícios da proximidade da família.

“É um público que nem sempre encontra opções adequadas à sua rotina. Geralmente, são regiões que têm imóveis maiores, uma dificuldade para quem está conquistando independência financeira”, afirma Fernanda Dutra, do departamento de marketing da Tibério.

A construtora identificou essa demanda em bairros como Santana, Vila Romana e Brooklin. “São lugares tradicionais de São Paulo, tipicamente residenciais e que ainda estão passando por verticalização”, diz Dutra.

“E, se o casal tem filhos, muitas vezes contam com uma estrutura melhor perto dos pais”, afirma Igor Freire, diretor de vendas da imobiliária Lello. Ele cita como exemplos os bairros Jardins, Campo Belo e Moema.

Na zona norte, a Tibério lançou o Origens Santana, que deverá ser entregue em julho de 2020. São apartamentos de dois e três dormitórios, de 52 a 67 metros quadrados, que custam a partir de R$ 389 mil.

Já no Brooklin, o Side Estação Brooklin parte de R$ 706,3 mil. São dois dormitórios em 59 ou 64 metros quadrados. O empreendimento foi entregue em abril.

Há também quem enxergue no próprio bairro um potencial de crescimento. O arquiteto de software Carlos Alberto Thomaz, 28, morou a vida toda na Vila Prudente. Optou por não sair do bairro depois de se casar. “A região da Vila Prudente é um ‘minicentro’ de São Paulo. Aqui você encontra de tudo”, diz. “Como está crescendo muito, também tem um ótimo potencial de investimento.”

Ele comprou um apartamento do MaxMitre Vila Prudente, condomínio que deve ser entregue em janeiro de 2021. São 190 unidades de 58 a 77 metros quadrados que custam a partir de R$ 399 mil.

“Em geral, é um público jovem, de recém-casados de 25 a 35 anos”, explica Rodrigo Cagali, diretor financeiro da Mitre Realty Incorporadora e Construção.

 

Créditos Folha de S.Paulo